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Por: admin

O presidente egípcio destituído pelo Exército, Mohamed Morsi, foi transferido no começo da manhã desta sexta-feira (5) para a sede do Ministério da Defesa, enquanto toda a sua equipe permanece detida em um edifício militar.

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Nesta sexta, apoiadores de Morsi convocaram um dia de protestos em várias cidades do país, a “Sexta-feira da Rejeição”, contra o golpe

A detenção de Morsi é uma de ma série de medidas das forças de segurança, que têm fechado o cerco à Irmandade Muçulmana, movimento islamita ao qual Morsi pertence. Também foram expedidos 300 mandados de prisão contra seus membros. militar que derrubou na quarta-feira o presidente, primeiro eleito democraticamente no país.

O Exército suspendeu a Constituição e nomeou o presidente da Corte Constitucional, Adli Mansour, como presidente interino.

Na madrugada desta sexta-feira, o Exército egípcio fez um apelo à unidade e à “reconciliação”.

As Forças Armadas pediram, sobretudo, que se rejeite “a vingança” para que seja possível “concretizar a reconciliação nacional”, em um texto publicado na página oficial de seu porta-voz no Facebook.

Ainda segundo a nota, “as medidas excepcionais e arbitrárias contra qualquer movimento político” devem ser evitadas.

Ao mesmo tempo, os partidários de Morsi convocaram uma manifestação para esta sexta-feira em apoio ao presidente afastado, o que leva a temer novos e sangrentos confrontos, o Exército destacou que “as reuniões pacíficas e a liberdade de expressão são direitos garantidos para todos”.

fonte: G1

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